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Então, já perdeu quantos quilos? Talvez eu seja uma das poucas pessoas (gordas) que não saiba o próprio peso. Pelo menos não caio no ridículo de falar peso a menos - vide aquelas mocinhas que ficam nos 40 por uns 5 aniversários. Peso bom pra mim, é aquele que cabe no jeans preferido. É aquele que a minha aliança sai do dedo. Simples assim. E assim eu sigo no 12° dia da dieta antissocial, de acordo com o novo acordo ortográfico. Fui a festinha de criança e resisti a bolinha de queijo. Fui pro boteco e tomei suco de melão sem açúcar - ainda bem que o garçom não era conhecido. As saidinhas andam limitadas, os olhares andam atravessados. Pode atravessar. Pode olhar. Pode criticar. O que me importa, é ficar leeenda na calça jeans! Eu vou, mas eu volto.
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O tiozin aí da foto, é o tal de seu Dukan. Ele inventou uma dieta que deu certo. Dizem. Eu, do lado de cá do monitor, sou a gordinha. Aquela, que não percebeu o processo e acordou no meio do pesadelo que só conseguia usar legging. Nem tanto. Então, já que ele fez esse favor ao lado obeso da força, vou contribuir com meu esforço, pra futuramente, ser mais uma chata proteica, que fica levando lancheira pro trabalho. Minha meta? Cantar 'Baba Baby' pra sociedade! (na versão gorda, obviamente, porque o 'muito nova pra você' ficou num passado distante) Ainda não sei se vou postar cardapinhos ou receitinhas... talvez uma foto da minha lancheira nova. #PARTIUDUKAO é nóis, tiozin... vamo que vamo!! Eu vou, mas eu volto.
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E a vida corre. Horas, dias, semanas... E mesmo com tempo, o tempo some. Não posso reclamar da falta dele, seria injusto reclamar de seu excesso e seria incoerente reclamar da sua demora. Na verdade, quem está em falta com o tempo sou eu. E se ele sumisse de verdade? Eu correria atrás com mais afinco? Eu daria a ele mais valor? Eu continuaria reclamando? Com certeza o tempo anda reclamando de mim. Porque eu poderia ser mais isso ou aquilo. Eu poderia fazer mais. Eu poderia reclamar menos. Ele também. Tudo que sobra não é preciso. Eu ando sobrando pro tempo, e ele pra mim. Talvez por isso a gente não se acerte. Sem tempo, quem sabe a gente se flerte... Bora aprender a não correr atrás do tempo, dar meia volta e voltar a flertar Eu vou mas eu volto.
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Tanto tempo sem falar de mim. Nem aqui, nem em lugar nenhum Curiosamente, minha vida tem mudado de tempos em tempos, e parado no mesmo lugar. Não no mesmo, mas no mínimo, num lugar muito parecido. Hoje, de dois empregos, ficou um. O outro foi deixado pra correr atrás daquela vontade de fazer alguma coisa diferente. Um livro inacabado. Amigos por visitar. Músicas por ouvir. Planos para executar. Tudo muito simples e ao mesmo tempo muito difícil. As tais barreiras invisíveis, sabe? Não. Eu não sei, mas imagino que sejam, não tem outra explicação. Eu vou, mas eu volto. Rápido.
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Que eu atraio gente doida, não é novidade. Mesmo não mantendo o contato visual, devo exalar algum odor de quem tem paciência excessiva. Deveria exalar outro, quando a mesma tá no fim, vai que o doido se manca, né? Se bem que, doido que é doido já é manco das idéias, não vai perceber nem com o maior fedô do mundo... Agora, além dos doidos transeuntes, tenho um fixo. Um doido pra chamar de meu (ó vida, ó céus!) Tudo que eu não pedi pra Deus, que espero, há qualquer momento olhe pra baixo e me diga 'Rá, pegadinha do malandro!' Queria falar mais, mas vai saber, né? Doido esperto, anos de praia, vai que me acha aqui? Nem tento fugir, só espero o fim do mundo chegar. Ele vai fugir primeiro, com seu kit de sobrevivência. É sério, eu vi! Rota de fuga traçada, pilhas extras pra lanterna, barras de cereal e água potável. E olha que não tô ficando doida, rs Eu vou mas eu volto.
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Inferno astral constante, 8 meses antecipado? Acredito que não.  Tpm também não é. Ô fase, viu? O trabalho vai bem, mas o conjunto vai mal. A vida segue, mas não daquele jeito que deveria ser. O cachorro que estava sendo educado, regridiu e comeu até meu edredon. A casa não pára limpa. As roupas preferidas não servem. As músicas ficaram enjoativas. O jornal da rádio só dá notícia chata. O trânsito me dá nos nervos. Essa cidade que só me desilude. Esse país só me faz passar vergonha... credo! Tem hora que me sinto na contramão do mundo. Da vida. Todo mundo é chato e só eu sou a legal no meio dessa multidão. Todo mundo é super legal e eu não consigo acompanhar. Não adianta. Não acho graça em qualquer coisa engraçada por aí. Acho graça naquela, mais imbecil de todas, porém simples. Aquela mesma, que ninguém mais vai entender. Daí a imbecil sou eu. Que não ri de nada, mas ri de tudo. Tudo que todo mundo não entende. Todo mundo vazio é assim mesmo. Cheia ...
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E então, o que eu mais temia aconteceu. Não foi o primeiro tombo de bicicleta ou a primeira briga com a melhor amiga. Não foi a pior nota na escola ou a primeira mentira deslavada. Também não foi o primeiro amor não correspondido, foi o contrário disso... O amor que virou desamor, em tão pouco tempo, em tão longo tempo, nas horas incontáveis de sua adolescência. A dor de um dia que parece não passar, o frio na barriga, suor na mão, disparo no coração. As borboletas deixam a harmonia de lado e passam a bater suas asas descompassadamento no estômago. As lágrimas teimosas, a cada música romântica tocada no rádio, a cada cena na televisão, ou até mesmo no livro da prova de português, consegue ser romântico a ponto de ser detestável. Maldito telefone que toca. Maldito telefone que não toca. Malditas benditas pessoas que amam e querem confortar o que não tem conforto. Acaba o chão, acaba a reação, acaba com o coração. E o que eu mais temia, agora me consome como há anos atr...
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Tive a sorte de descobrir que sou capaz, mas não é pelo fato de ser mãe que deixo de concordar com cada palavra desse texto. Sei que erro, às vezes, muito. E não existe essa de errar pra acertar, tem que assumir o erro e pronto. Não existe mãe perfeita, assim como não existem filhos perfeitos também. Respeito demais quem não os tem. Cada um sabe até onde vai seu amor e sua dor. Se não sabe, com o tempo descobre...   "Filho é para quem pode!   Eu, não posso!   Apesar de ser biologicamente saudável.   Não posso porque desconheço o poço sem fundo das minhas vontades, porque às vezes sou meio dona da verdade e porque não acredito que um filho há de me resgatar daquilo que não entendo ou aceito em mim.  Acredito que a convivência é um exercício que nos eleva e nos torna melhores, mas, esperar que um filho reflita a imagem que sonhamos ter é no mínimo crueldade.    Não há garantias de amor eterno e o olhar de um filho não é um ...
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Feriado fail. Meio de semana, amanhã trabalho normalmente, e tenho uma casa inteira pra limpar. Roupa pra lavar. Cachorro pra cuidar. Um filme pra assisir, embora já saiba que não vai dar tempo, pois também tenho uma amiga pra visitar. Visita rápida, já que a geladeira tá descongelando. Passadinha no mercado, já pensando onde vou guardar o quê. Volto rápido, geladeira pra limpar, roupas pra pôr no varal. Mudar a planta de vaso. Pausa pro jornal. E não é que já tá começando a novela das 8? Nossa! Não é mais as 8, começa as 9... Hora de sentar, conversar e contar como  foi o dia O corpo já pede outro banho, assim como pede cama, já prevendo que daqui há pouco é hora de levantar e sair pra trabalhar, nem se dando conta que hoje é feriado. Eu vou mas eu volto.
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Então é natal... Natal rapidinho, corridinho, de sábado pra domingo e cabô. Mas vai ter gosto especial, o primeiro natal na minha casa. Mãe, filha, sogra, sogro, cunhados, cachorro... Não sei se vai ser o natal dos sonhos, Simone com certeza não vai tocar, rs. Pela minha experiência em natais, intempéries virão, mas espero que sejam, no mínimo, as de sempre e que tudo corra bem. E depois de natal vem aniversário, e depois reveillon, talvez eu volte correndo, já que estarei com a casa e o tempo cheios. Ainda quero fazer meu balanço anual, considerações finais e listinha pra 2012. Tomara que dê tempo. E pra quem passar por aqui, um feliz natal, com renas no jardim (sempre sonhei isso, rs) Eu vou mas eu volto