23 de setembro de 2008

Há 2 anos atrás, escrevi sobre um 'dia de cabelo bom'.
Tanta polêmica, um aqui e outro ali se achando injustiçado, fui taxada até de preconceituosa e quem não é?.
Dizem que um bom texto é aquele que continua-se gostando depois de algum tempo, sendo assim, esse pra mim, é uma obra prima da literatura chuvosa.
Afinal de contas, o que importa não é o cabelo, afinal de que adianta um cabelo bom sem um conteúdo de boa qualidade dentro da cachola?
E viva a vida, que é uma grande metáfora!



Dia de cabelo bom...

Poucas pessoas tem a sensibilidade de saber o que é acordar num dia de cabelo bom.
Você acorda. Nem é preciso olhar no espelho e já é possível pressentir.
Seu cabelo está do jeito que você gosta e isso é um bom sinal.
É quase um fenômeno psicológico.

O contrário de quando acordamos num "bad hair day", quando seu cabelo - seja ele liso escorrido, com cachos ou máquina 1 - acorda revoltado.
Na verdade, é uma vingança do seu cabelo contra você.
E não adianta creme, gel... é uma coisa pessoal.
Quando você percebe que está em dia do cabelo ruim, o pânico se instaura.

O contrário do dia de cabelo bom!
Tudo começa dando certo, você escova os dentes com a única preocupação de se vestir e sair de casa.
Você passa pelas ruas sem se preocupar com fenômenos da natureza ou mesmo com os passantes.
Como a Rachel, do 'Friends', disse uma vez...
"pessoas com olhos!!".

Andar pela rua com cabelo bom se parece muito com aquele dia em que você tem um encontro especial...
As pessoas te cumprimentam, as criancinhas sorriem...
(ok, é bem menos que isso)
E no final das contas, você percebe que esse tal encontro é com você mesmo.

O dia de cabelo bom, na verdade é um reflexo do estado de espírito.

Tenho acordado nos últimos dias com o cablelo ótimo... acho que não preciso falar mais muita coisa, né??

Eu vou mas eu volto.

12 de setembro de 2008



Chegou fim de semana, todos querem diversão...
Só alegria, estamos no verão...

Diversão?
Jogar zuma e olhe lá.
Pro verão, falta uma estação inteira, mas o calor já está infernal.
Infernal?
Nando Reis, ânimo pros meus dias, com suas palavras certeiras.
Certeiro?
Meu bom? humor.
Cão?
Seis gatos alvo de fotos mal tiradas.
Fotos?
Estou tentando, um dia, quem sabe eu consiga.
Confusa?
Com o tempo passando sem tempo de fazer nada.
O trabalho vai bem.
Muito bem.
Muito trabalho.
Dor nas costas, febre e enjoatite genralizada.

No meio do cheio só encontro o vazio.
É... tem dia que de noite é foda.

Eu vou mas eu volto.

6 de setembro de 2008



Paciência, Senhor, paciência...
Meu último fim de semana de férias.
Ficar em casa é bom, mas família, chega uma hora que azeda.
Azeda não... fede.
Esse pensamento me assusta, por outro ponto de vista... logo eu que estou me organizando pra ter minha própria família.
Será que vai feder?
hahahaha
Com certeza, mas o que é fácil nem sempre tem graça.
Além do mais, a diferença entre a família que se tem e a que se escolhe é grande.
Também não sou do movimento anti familiar, mas família no meu caso (parentes) é chato pra cacete.
frase que me faz concorrer ao troféu insensibilidade 2008

Mas... voltando às férias, nem sei bem o que fazer nos últimos dias... talvez ver alguns filmes, coisa que eu queria muito e não fiz até agora.
Dormir até as 11:00 e passar o dia de pijama.

Ai ai... *suspiro

Eu vou mas eu volto.