25 de outubro de 2008

Há dias que eu tento escrever alguma coisa bacana...
Mas a dona inspiração definitivamente não quer colaborar comigo.
Assunto? Não falta.
Desde meu fim de semana com chuva na praia até meu intestino, que abandonou a simples prisão de ventre e foi pra P2 de Tremebé.
Enfeites de natal que me assombram e quilos a mais que me tiram do sério.

Minha forma estranha e diferente de todos os outros mortais de ver a vida.
...
Se todo mundo pensasse como eu, garanto que TUDO ficaria mais fácil.

Pelo menos pra mim!
hahahahaha

Eu vou mas eu volto.

12 de outubro de 2008



Criança bacana é o que há!
Mas, não sei o que acontece com a nossa sociedade, com essa cultura de não mais criar crianças, e sim, mini monstros adultos.
Num passado não muito distante, menina tinha que usar rosa, menino, azul. Menina brincava de boneca, menino, de bola e carrinho.
Hoje, menino brinca do que quiser (desde que seja brincadeira de homem) e menina tem que andar no salto, usar pink, passar gloss, fazer chapinha, e não sair de casa sem celular.
Eles falam como adultos, pensam como adultos.
Já não têm reações inesperadas e suas respostas são prontas.

Os mini monstros adultos são aquelas crianças que todos acham muito espertas e inteligentes.
Ter uma criança destas em casa deve ser como ter um anão que veste roupas infantis como colega de quarto.
De qualquer forma, quem eu acho que incomoda mais não são essas crianças, mas seus pais e mães, que as acham as mais especiais e fodonas de todas.
Lamentável, porque um dia, todo mundo cresce, e passado na vida da gente, querendo ou não, faz diferença...

Criança prodígio é uma criança como foi Mozart que aos cinco anos já compunha e tocava piano.
Eu adoro criança bacana, até mesmo as anti-sociais com aquela personalidadezinha do capeta (amo!)
Mas de pseudo criança prodígio, eu tenho medo. Muito medo.

Eu vou mas eu volto

5 de outubro de 2008

POST EDITADO



"Nenhum homem acredita piamente em nenhum outro homem.
Pode-se acreditar piamente numa ideia, mas não num homem.
No mais alto grau de confiança que ele pode despertar, haverá sempre o aroma da dúvida – uma sensação meio instintiva e meio lógica de que, no fim das contas, sempre se tem um ás escondido na manga.
Esta dúvida, como parece óbvio, é sempre mais do que justificada, porque ainda não nasceu o homem merecedor de confiança ilimitada – a sua traição, no máximo, espera apenas por uma tentação suficiente.
O problema do mundo não é o de que os homens sejam muito suspeitos neste sentido, mas o de que tendem a ser confiantes demais – e de que ainda confiam demais em outros homens, mesmo depois de amargas experiências."


Henry Mencken, en 'O Livro dos Insultos (1920)

Um post com citações filosóficas, de livros estranhos que leio antes de dormir quando estou com raiva.
Pensadores da era mesozóica que já passavam por tudo que estamos passando, claro, com a dramaticidade à flor da pele.
Um post visceral, daqueles de abrir a bunda pra querer morrer do avesso.
Hahahahaha, editei =P

É muito mais fácil ver a desconfiança de meia hora do que a confiança de anos.
Um quadrilátero... confiar, duvidar, perguntar e acreditar.
Ou não.


Orgulho ferido, sensação de confiança quebrada.

Ainda não sei, talvez por não pensar nesse assunto com tanto empenho outras vezes, de quem é a confiança.
De quem confia ou de quem é confiado.
Exigimos que se honre a nossa confiança, por outro lado, nunca deveríamos irritar-nos com a desconfiança, se não somos postos à prova, nada temos a mostrar e conquistar quem um dia desconfiou de nós.
Parece complexo, até que nos deparamos com tudo isso, e vemos que foi apenas um contratempo do dia-a-dia...

Eu vou tomar meu remédio, rs mas eu volto.

1 de outubro de 2008



Meu voto ninguém ganha, conquista.
Não voto em candidato que apela pra Deus, que fala errado e que não tem 2° grau completo.
Também não voto naquele que põe o carro de som com música cretina pra rodar na rua.
Não voto em branco, não anulo e não sou da oposição só pra ser cult.
Não voto em quem ataca e destaca os erros alheios.
Absurdo.

O homem é um animal político, dizia Aristóteles.
O homem é um ser egoísta, dizia Arthur Schopenhauer.

Fico com o Arthurzão, politica se faz com aquilo que se interessa, infelizmente.
Não gosto de generalizar (hã? gosto sim), mas tento ser politizada, num país que mal sabe o que é política.

Cuido do que é meu, começando pelo meu rabo, sento nele e fico observando.... hahahahaha

Eu vou mas eu volto.