23 de fevereiro de 2011



A bondade que nunca repreende, não é bondade, é passividade.
A paciência que nunca se esgota, não é paciência, é subserviência.
A serenidade que nunca se desmanhcha, não é serenidade, é indiferença.
A tolerância que nunca replica, não é tolerância, é imbecilidade
(não sei quem é o autor)

É preciso gritar, mas com inteligencia.
Dosar os atos, tentar equilibrar.

Não confio em gente alegre demais ou em quem sorri muito antes das 8 da manhã, exceto os apaixonados.
Não acredito em vida de comercial de margarina, muito menos em casamento perfeito.
Acredito em companheirismo, em parcerias e gestos espontâneos.

Não acredito só em palavras.
E nas atitudes, a partir da terceira ou quarta...

Não me conformo e não sei lidar com o conformismo.
Com o mais ou menos.
Com o 'você que sabe'.

Não suporto vida morna, e não falo aqui de agitos.
Preciso de idéias, novidades mesmo que sejam antigas e trocas.
Mas tudo que valha a pena.
Pelo menos, aos meus olhos.

Eu vou mas eu volto.

16 de fevereiro de 2011



Não importa a quantidade de problemas, sorria!
Ou, ao menos, pense nas pessoas ao seu lado, simples assim.
Não importa se seu dia foi uma merda, se na sua vida só tá acontecendo cagada...
Deixe seu lado humano de lado, assim mesmo, com toda redundância, afinal, (autoajuda-mode ON) você é especial! (autoajuda-mode OFF)
Se um problema (aparentemente) já passou, continue a vida, é o que todos esperam.

(In)felizmente, já não sei mais, vivo num mundo besta, e acredito que tudo que fazemos, deve ser de coração.
Ou devia ser assim.
Chega uma hora que esse mundo besta fica pequeno, e quem sempre pensou com o coração se vê obrigado a mudar.
Caleja.
Cansa.

Atitudes não tem preço, mas quando as palavras vão sentido contrário, a dúvida se instala.
Toma conta do sofá, pega o controle remoto e tira da novela.

A vida não é novela, minha filha!!

E mesmo sabendo que não é novela, esperamos sorrir nas cenas do próximo capítulo.
Mas alguns enredos são tão previsíveis, que nos deixa claro que os personagens não mudam.
Se fez anteontem, ontem e hoje...
Vida essa! Haja otimismo pra acreditar que amanhã vai ser diferente.
Seja desumano, seja especial!
É o que esperam de você.

Eu vou mas eu volto.

4 de fevereiro de 2011



Sou eu??
Algumas vezes, já me perguntei, lendo alguns textos.
Não, não era eu, era minha cópia mal feita.

Acho que poucas pessoas nessa vida, ainda não se sentiram perseguidas ou copiadas.
Desde o modo de falar, as fotos no orkut (ou facebook que agora tá na moda, rs), a forma de escrever, e por aí vai...

A pessoa usa suas gírias, suas risadas, suas idéias e acha que você nem vai perceber (ou não, já não diferencio o cara de pau do non-sense).
Personalidade, em teoria, é coisa que não se copia, mas a pessoa é tão persistente - mais que eu, olha só! - que consegue copiar.
O que ela não percebe, é o delay.
Eu já não acho bonito ser tão melancólica, meu sarcasmo, hoje, tá na medida (minha, lógico, pessoal e intrasnferível), deixei o feminismo de lado e já
não penso em queimar o sutiã (dá mais não, né? agora ele me é útil, rs), as piadas se renovam (as gírias idem), engordei alguns quilos e voltei acreditar na humanidade.

Continuo com medo de anão, mas isso é tão óbvio que não tem como copiar.
Mas, de qualquer jeito, fica a dica.

Às vezes, me confundo
Não sei se sou legal pra caramba, a ponto de ser copiada, ou se sou chata pra cacete, porque tem hora que ela me cansa.
Mas fico com a versão melhorada, sou melhor hoje, sendo assim...

Eu vou mas eu volto.