29 de julho de 2008


Hoje andei pensando em meus últimos posts... tenho sido um tanto crítica.
Falar da vida alheia é uma maravilha, sentar no próprio rabo, então...
Sei que tenho defeitos, aliás, muitos.

Sou antipática quando quero preciso, (não confundam com mal-educada), e sou considerada xarope por minha própria mãe.

Opinião de namorado não conta... a não ser quando ele está de saco cheio, logo, deixa pra lá.

Os amigos? são todos muito falsos ou me enganam muito bem. Estão sempre ao meu lado (rindo) e sei que posso contar com eles.

Não tenho inimigos declarados, até onde sei.
Mas se tivesse, seria um bom campo de pesquisa pras minhas críticas.

Gosto de observar pessoas. Seus hábitos irritantes, defeitos insuportáveis e comportamentos, pra mim, terríveis.
Vejo o lado bom, quando existe (ok, brincadeirinha), mas prefiro ver aquilo que eu não gostaria de fazer.
É uma inspiração contrária.

Ahááááá... então é isso!

Quando falo da fulana ou do espertão, vejo os erros que não gostaria e/ou que tenho medo de repetir.
Talvez eu os cometa, por isso me irrite tanto, mas acredito e espero que não.
Eu procuro ser uma pessoa coerente e procuro tomar sempre na hora certa minha dose de simancol.

Acho que burrice é doença contagiosa e que ignorância tem cura, desde que se tenha boa vontade.
A ignorância aqui, não é a falta de estudo ou de cultura... falo dos ignorantes que acham bonito ser assim.

Levar vantagem sempre não é algo realmente vantajoso, e não ter personalidade deve ser uma coisa bem chata.

Não consigo concordar com tudo, adoro argumentar e pago um preço alto por isso...
Realmente, tenho sido muito crítica...

(quer saber? a-do-ro.... hahaha)

Eu vou mas eu volto.

26 de julho de 2008


Quem nasce pra lesma nunca chega a escargot.

Pensamento da semana.
Prático, rápido e muito utilizado.
Tenho certeza que quase todo mundo conhece alguém que tenta, tenta mas não tem vocação.
"ela se arruma, se pinta, se perfuma, anda no saltão, faz carão... mas falta o gramour"
Foda.
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, já diziam os mais espertos...
Inteligência difere de cultura.
Burrice difere de ignorância.

Juro que não é preconceito, nem falta de boa vontade.
Tento, com todas minhas forças ter paciência, sorrir quando a situação pede... mas não dá.
(ainda não cheguei a esse grau de elevação, a ponto de não me incomodar com as atitudes alheias)

Esse post não se refere a 'ela' ou 'ele', mas a todos aqueles que querem ser o que não são a qualquer custo, e caem no ridículo.

Sem mais.

Eu vou mas eu volto.

20 de julho de 2008


bo.a.zi.nha

Sinônimo de tontinha, sem gracinha, legalzinha...
Às vezes, se fazer de ser boazinha é necessário, nada dissimulado, é normal e muitas vezes cômodo durante as apresentações.
Conhecemos e continuamos boazinhas... sim, porque a pessoa é bacaninha e merece.
Resultado?
A pessoa bacaninha mostra as garrinhas e a boazinha tá fudidinha.
Sempre vai ter um esperto de plantão.

Se sustentamos nossas relações de amor, amizade, família ou trabalho na base do 'tudo bem', acabamos remoendo mágoas e tristezas encubadas, e quem sabe, vinganças mirabolantes...
Chega uma hora, que é preciso mijar nos quatro cantos e demarcar o território:
Fala baixo senão eu grito!!

Nada de alimentar relações monstruosas com a cabeça baixa e elogiozinhos vagabundos.
Muito menos se fingir de boazinha e ser falsa, dissimulada, pra levar vantagem.
Já fui boazinha, já senti peninha, num passado negro.

Ser boazinha e boba não é saudável, como também ser mázinha e manipuladora tampouco pode ser melhor.
(auto controle nessa hora é fundamental, quando a raquel fala mais alto que a rutinha no subconsciente é foda)
Sai caro, tira o sono e em casos mais graves destrói as tais relações citadas.

Haja personalidade não copiada pra encontrar o meio termo!
Defender e respeitar nossos limites faz muita diferença.
(fazendo um esforcinho pra não pensar que a melhor defesa é o ataque, e que o respeito não se ganha no grito, rs)

Não é fácil, mas o tempo e os tombos (levados e não dados) ensinam, com certeza!

Eu vou mas eu volto

10 de julho de 2008

Pára-raio de gente imbecil!
Quero um bom livro, um bom papo, uma boa música e...
Aaaaaaaaah, final de semana eu vou namorar!
OBA!


meu
desktop:



*vício* rsrs













Eu vou mas eu volto.

6 de julho de 2008



Hoje eu estava pensando, mais uma vez, o que nos trouxe até aqui...
O que nos faz tão fortes, tão unidos, tão esperançosos...
Pensei na forma parecida de ver o mundo, mas somos tão diferentes.
Na simplicidade das coisas, mas somos complexos demais.
Na sua praticidade, na minha 'complicação', que hoje, já se fundiram e somos ambos práticos e complicados, rs.

Ouço músicas e leio poemas de amor, reparo, em suas letras, que todos dizem que amar talvez seja sofrer, que os apaixonados enxergam pelos olhos do outro, passam por cima de si próprios, perdem o ar e outras coisas absurdas, que um dia já fizemos por alguém.
Fizemos, não fizemos?
Essa é a diferença!

Não morremos um pelo outro, não respiramos o mesmo ar, enxergamos, cada um com os próprios olhos e mantemos, cada um, a personalidadedezinha filhadaputa que temos! hahaha
Isso nos torna parecidos, nos torna diferentes, isso nos atrai e nos mantém.
Cada dia é uma história, cada história uma risada, e mesmo as não engraçadas, vistas com um ar de coisa que passou.

Meu estress que te estressa, sua falta de paciência que me deixa inconformada.
Seu silênco que me irrita, meu bla bla bla que te atormenta.
Seu bom humor que me contagia, minhas palhaçadas que te fazem rir.
Eu sou a filha única, você, filho do meio.
Você, o bom humor exagerado, eu, inconstante, variável e ácida.
Eu sou o drama, você, a realidade.
Você é o comedido, eu sou a visceral.
Eu sou a arte, você, a lógica.
Você a razão, eu a emoção.
Minha razão!!

Tudo isso nos trouxe aqui, com nosso riso fácil, nossas histórias pra contar, nossas versões e aversões, nossos argumentos e nosso amor.
Não somos metades, nem tampa e panela e nem quebra cabeça.
Queremos crescer, viver, dividir... nos encontramos e temos a sorte de compartilhar tudo isso!

Assim seja!!

Eu vou mas eu volto.

3 de julho de 2008


Dia desses recebi por email um, questionário, desses, que você manda pra toda sua lista pra saber o quanto as pessoas te conhecem ou gostam de você.
Conversando com um amigo no msn, chegamos a conclusão que esse tipo de email é um dos melhores métodos pra elevar a moral nos dias de carência, hehe
Isso porque que a gente só manda pra quem gosta, consequentemente, pra quem gosta da gente.
Bom, né? Ler coisas gostosas e relembrar bons momentos do passado...
Ou mesmo só pra saber o que as pessoas pensam de você.
Foi bom saber que algumas pessoas sentem minha falta e que eu fiz parte da história delas, que deixei rastros, mesmo que confusos ou engraçados...
Que uns me acham bem humorada, outros, bem mau humorada, meio pancada e que lembram de mim dando risada (unanimidade).
Que até os momentos chatos foram superados e hoje tenho ótimos amigos, vindos das alegrias e das tristezas.
Engraçado como algumas pessoas se prende aos 'se' da vida.
Se acontecesse isso, se acontecesse aquilo, se a gente continuasse, se a gente parasse...
SE eu ficasse pensando nos 'se', com certeza eu não estaria aqui hoje.
Quem me conhece sabe que há tempos eu tento deixar o passado passar, e hoje posso dizer que vivo o presente como nunca.
Enfim, to feliz como há tempos não me sentia.
Acho que, como todo mundo, uns dias mais, outros menos, porém, bem feliz!

Eu vou mas eu volto.