29 de março de 2012



Que eu atraio gente doida, não é novidade.
Mesmo não mantendo o contato visual, devo exalar algum odor de quem tem paciência excessiva.
Deveria exalar outro, quando a mesma tá no fim, vai que o doido se manca, né?
Se bem que, doido que é doido já é manco das idéias, não vai perceber nem com o maior fedô do mundo... Agora, além dos doidos transeuntes, tenho um fixo.
Um doido pra chamar de meu (ó vida, ó céus!)
Tudo que eu não pedi pra Deus, que espero, há qualquer momento olhe pra baixo e me diga
'Rá, pegadinha do malandro!'
Queria falar mais, mas vai saber, né?
Doido esperto, anos de praia, vai que me acha aqui?
Nem tento fugir, só espero o fim do mundo chegar.
Ele vai fugir primeiro, com seu kit de sobrevivência.
É sério, eu vi!
Rota de fuga traçada, pilhas extras pra lanterna, barras de cereal e água potável.
E olha que não tô ficando doida, rs

Eu vou mas eu volto.

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