30 de abril de 2011



Depois de um feriado prolongado, pedi aos céus uns dias de descanso.
O céu me mandou chuva.
Depois da chuva de verão, em pleno outono, veio a gripe.
Dor de garganta com o sentimento 'vai passar'.
Não passou.
Veio a febre, a cama, a dor no corpo de tanto ficar na cama se confundindo com a dor da gripe.
O torcicolo de passar a madrugada inteira torta, vendo tv e dias seguidos de mais cama e sono atrasado.
Dias sem trabalhar e sem ver o dia passar.

Os dias de descanso vieram.

E assim, eu vou aprendendo: muito do que peço, alcanço.

Cuidado com o que pede, Fabiana...

Eu vou mas eu volto.

16 de abril de 2011


Quanto tempo!
Todos os dias, me pego pensando em vários assuntos que queria escrever sobre, faço a listinha mental e quando chego em casa, esqueço tudo.
Daí, vou jogar zuma, meu antigo novo vício, porém, passageiro, até que eu passe as malditas 4 fases restantes.

Voltando aos assuntos, pensei numa coisa bem legal, mas sentei em frente o computador e fiquei completamente desconcentrada com os berros da vizinha.
Pronto, post desviado.

E o assunto mudou, assim como a conversa onde todo mundo fala tudo ao mesmo tempo.
Tudo ao mesmo tempo, é o que acontece na casa da vizinha.
Uma moça nova, simpática, com 3 filhos.
Eu acho muito pra mim, pra ela então, nem se fale!

Um filho pequeno, tratado como adulto, uma menor, que se acha um bebê, e por fim, o bebê, que mal sabe o que vem pela frente.
Uma mãe despreparada que grita o tempo todo, na verdade, deve estar gritando pra que alguém a ouça... em vão.
Ela não sabe dar o carinho que não tem. Resultado: gritos, tapas, stress descontrolado.

A menina menor, que eu chamo carinhosamente de mini monstro, é de uma carência que dá pena.
Não pode me ver que me chama pra conversar. Com seus 4 anos, não sabe falar. Berra pra conseguir o que quer, e que consegue no grito.
O menino, pouco maior, cuida da irmã sem tempo pra brincar.

Uma casa sem brincadeiras.
Ouço os gritos para que não subam na cama, não fiquem na sala, não desçam as escadas e não façam barulho, pra não acordar o bebê.
A casa não tem quintal, logo, eliminando quarto, sala e escada, sobra a cozinha pequena pros pequenos se ajeitarem, mas sem esbarrar no fogão!
Nunca ouvi barulho de bola, de corda, imitações de carrinho ou uma vozinha chamando a boneca de filha.
Nunca ouvi gargalhadas ou mesmo risinhos.
Ouço gritos, ouço nãos e ouço silêncio, quando todos vão dormir e a mãe, por fim, descansar.

Ser mãe não é fácil.
Criança é um bicho nada fácil também.
Somando a mãe descontrolada aos filhos indomados, a consequência pode ser desastrosa.
Não julgo, apenas ouço e lamento, principalmente pelo pobre novo rebento.

Devia ter psicotécnico pra mãe, pra ela mesmo não sair por aí, no futuro, dizendo que é tudo culpa da sociedade.
Porque criança criada assim, tem que ter sorte e o anjo da guarda forte, pra reaprender tudo mais tarde.

Não posso generalizar, tem mães de primeira que se viram melhor que as de segunda ou terceira!
A gente erra, mas sempre querendo acertar.
E nem adianta falar que de boa intenção, o inferno tá cheio!
Erro de mãe tem perdão, quando ela peca por amar.

Eu vou mas eu volto.

4 de abril de 2011



E a vida segue.
Um pouco corrida, um pouco parada, um pouco preguiçosa, conforme o dia.
Os dias seguem.
Uns animados, outros nem tanto.
Dieta das bravas, seguida à risca.
Rotina de exercícios, idem.
Agora vai!!

Projetos parados, trabalho atrasado.
Novidade? Só a calmaria.

Andando no sereno.
Sem poças d'água pra pular.
(seja de felicidade ou de raiva)

Eu vou mas eu volto