29 de julho de 2011



Oba! Mudança...
Sabe aquela história de pobre que não tem NADA e quando vem a enxurrada leva TUDO??
Pois bem, hoje não só acredito como certifico e dou fé.
Um ano e meio de quase casada, um apartamento pequeno, ideal pra nós dois, sem bagunça e sem espaço pra juntar tranqueira.
Mas, na hora de encaixotar tudo, senhor! mostra-me uma luz no fim do guarda-roupa, porque olha...

Separo, dobro, encaixoto, escrevo a origem e o destino.
Pessoas neuróticas por organização deviam nascer ricas, pra chamar a granero.
Minha primeira mudança (porque quando vim pra cá era tudo novo e assim não conta) e estou enlouquecendo.

Eu que já andava sumida, talvez demore um pouco mais pra voltar.
Ainda não mudei mas já faço planos de onde vai ficar o quê no apartamento novo.
Falta pouco e as caixas saem amanhã.
Meu coração, pra variar, foi na frente...

Eu vou mas eu volto.

20 de julho de 2011



Mudança de planos, de trabalho e filhote passando férias aqui em casa.
Saudade das amigas, as de longe e as de perto e saudade do tempo ocioso bem aproveitado.
Tenho tempo mais não sei lidar com ele.
Faço tudo e não faço nada.
Acho que o tempo não passa, mas vejo os dias voarem.
Saí do mundo por alguns instantes e não consegui acompanhar o passo e acertar o compasso.

Tô pegando no tranco.

Indo e voltando.

4 de julho de 2011



Não sou mulherzinha... e agora??
Nas andanças pelos blogs da vida, vejo muitos, mas muitos blogs sobre maquiagem, roupas, acessórios, esmaltes, tendências...
E eu aqui, do meu jeitinho simpliiiiinho, estranhiiiiinho, rs
Gosto de me sentir bem (não enfeitada), gosto de unhas bem feitas e de maquiagem, o basiquinho.
Mas nem de longe sou a personificação do glamour ou algo do gênero.
Tenho dó de comprar maquiagem cara (mais de dois dígitos depois do ponto), amo um brechózinho, uma liquidação e lojas, digamos... populares.
Já encontrei pérolas nesses esabelecimentos, que não troco por nada!
Já arrumei encrenca em família por não me vestir de acordo com o que todos acham certo, por não saber sentar como mocinha, e por renegar com todas minhas forças glitters e
lantejoulinhas.
Não sou um caso de rebeldia sem causa, mesmo porque, já passei da idade faz tempo.

Não consigo entender as criaturas fashionistas que cortam os pulsos por não ter uma bolsa/sapato de griffe.
Até entendo, mas não consigo compreender...

Definitivamente, meu mundo é muito diferente.


Eu vou mas eu volto.