27 de maio de 2008

Picuinha.
Palavra de pronúncia gostosinha.
Quem faz, talvez se divirta, mas quem é vítima... tem que rezar forte pra São Jorge! hahaha
Nunca gostei de leva-e-trás, embora tenha feito algumas vezes, por ingenuidade (apesar de não acreditar que existam pessoas ingênuas há tempos).
Sou da política 'não gosto pra mim, não faço pros outros' (com excessão ao sarcasmo, mas esse, tem como ser não-declarado).
Uma brincadeira na hora errada, uma palavra mal intencionada ou uma indireta daquelas que todo mundo entende, nem sempre são bem interpretadas.
Nem tem como ser bem interpretada, mas quando se leva na camaradagem, a gente dá um jeitinho, ou de fingir que não ouviu ou não entendeu.
Quando a picuinha é reincidente, aí fodeu. Quem a fez, leva a fama.
Consequentemente, deita na cama, porque quem a sofreu vai ficar com um pé atrás até esquecer o ocorrido - quiçá esqueça.

Mas, porém, contudo, todavia... já que pra tudo nessa vida se dá um jeito, a gente se ajeita em cama pequena...
E o feriadão foi bom demais pra me deixar pensar nisso tudo!



Olha só que coisa!
Esqueci do que tava falando...

Eu vou mas eu volto.

17 de maio de 2008

Apatia

do Lat. apthia + Gr. apátheia
s. f.,
insensibilidade;
indiferença;
impassibilidade;
inércia;
marasmo.


Talvez, exagero.

Indiferença nunca, insensibilidade, um pouco, impassibilidade, confesso, alguma; inércia? não é hábito, marasmo, o de sempre, acostuma-se.
Sem opção, em algum momento da vida estamos apáticos.
Sem causa ou motivo aparente.
Não quero doce nem salgado, o azedo que sempre me atraiu anda comum.
Mas tudo está como sempre... ou não?
Eu estou como sempre, com vontade de fazer, correr, mas a vontade não implica em ação.
Corro sozinha, grito, canto, danço.
Rio comigo mesma, rio de mim, me sinto bem... comigo.
Erro meu.
Não sei se estou sabendo dividir.
Apatia, esse foi meu nome essa semana que passou.




Sim! Exagero.
Sou assim, sou intensa, exagerada, desesperada... sou eu!
Não quero um furacão com o meu nome, infelizmente, sou um deles.

Eu vou mas eu volto.

10 de maio de 2008


Ser a ovelha negra da família é algo interessante...
Nunca cheguei em casa bêbada, nunca fiz mais de 3 tatuages por vez, nunca falei palavrão cabeludo em ambiente familiar,
nunca me vesti de preto por inteira ou participei de movimentos anarquistas.
Não apresentei os amigos metaleiros em casa, sempre tentei me sentar como mocinha.
Mas quando você nasce predestinada a ser a ovelha negra da família... não tem jeito.
É uma espécie de karma, uma conspiração antes do nascimento ou algo do tipo.
Se você ri demais, é retardada.
Se chora demais, é dramática.
Tudo é potencializado, criticado e mal entendido.
Sim, continua fazendo parte da família, mas sempre será o alvo dos olhares atravessados.
A eterna irresponsável, mesmo ganhando a própria grana e se virando desde cedo.
Mais ou menos assim...

Ser a ovelha negra da família, depois de um certo tempo, deixa de ser uma condição e passa a ser um estilo de vida.
E não basta querer para ser uma O.N.F., não existe curso preparatório ou técnico.
Cada família tem apenas uma, e se não for você, caso você queira muito, corre o risco de se arriscar ao cargo e tornar um rebelde
sem causa e em casos mais grave um deliquente mal interpretado.

Estou quase me convencendo de que ser uma O.N.F. é uma dádiva!

Eu vou mas eu volto.

6 de maio de 2008


Eu presto atenção no que eles dizem mas eles não dizem nada...
Ou não dizem o que eu quero ouvir?

Não sei se é falta de paciência ou irritabilidade gratuita, mas não consigo apenas ouvir conversas, comentários (absurdos ou não), indignações ou desabafos sem prestar atenção e dar meu parecer sobre o assunto.
Que necessidade é essa?
Falta de atenção?
Vontade de interagir?
Vocação tardia para psicologia?
Carência?

Não, xeretisse mesmo.

A falta de pessoas interssantes por perto é algo que contribui, mas isso é irrelevante, agradeço a Deus por estupidez não passar por simbiose.
[/azedume]*

Já falei que uma das invenções mais bacanas do mundo foram os fones de ouvido.
Torno a falar, ressaltando: Uma das invenções mais bacanas do mundo foram os fones de ouvido in year!

Sou um perigo com fones de ouvido.
Um vendaval.
Um furacão.
Um caminhão na contra mão.

Eu vou mas eu volto.


*Leia-se: pseudo tpm trimestral.
**Alguém já teve a sensação de que algo foi escrito pra vc?
Pois é... o Nando Reis escreve pra mim, hehe.