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Sempre tive as pernas grossas. Corpo proporcional, nada gostosona ou mulherão, mesmo porque, meus 1.66cm não comportam nenhuma femme fatale. A cintura já foi mais fina, a barriga mais ajeitada, uma das poucas coisas que me incomodam são os braços de 'tia que mexe doce no tacho' Já me senti gorda, até chorei em provador de loja não acredito que to escrevendo isso , enfim passei por alguns dramas femininos que tanto ouvi falar e tanto afirmei que comigo não, violão! Ontem, nas andanças por aí, achei um site/blog bem bacana, sobre mulheres reais e gostosas que, dizem por aí, são gordinhas. Quem diz? Eu não, talvez, os mesmos entendidos de moda que ditam qual vai ser a cor do verão. fuck yeah gostosa que se acha gorda (+18) Ah, massagem pro ego!! Já me importei bem mais por ser um pouco diferente, por não gostar do que todo mundo gosta. Por ter o corpo assim ou assado, mas, felizmente, o tempo passa, os valores mudam e os olhares idem. E assim eu sigo, gorda gostosa e feliz. Eu v...
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Segunda-feira... Não saí pra trabalhar, não arrumei a casa, não recolhi o lixo. Não liguei o computador nem a televisão, e quase não liguei o chuveiro no final da noite. Não abri a janela, a geladeira e muito menos a revista de domingo. Não atendi o telefone, não li a mensagem, fingi que não ouvi a campainha tocar. Não tirei o pijama, as cobertas, não desfiz a trança do cabelo. Abri os olhos pra fechar pouco depois. Pensei na vida, no sol lá fora, no escuro aqui dentro. Acordei e dormi sem pressa e sem compromisso. As costas rangeram, as pernas pediram socorro e a bexiga, coitada, esperou minha preguiça passar. Uns sequilhos no meio da tarde, pois não queria mastigar. Vi o dia anoitecer pela fresta da veneziana. Um pão francês com queijo de casquinha depois que ele chegou do trabalho. Boa conversa, um banho quente, cama desarrumada e dexter no dvd. Pijama, meias, cobertas, pernas entrelaçadas e sensação de dia terminado. O dia que não passou. Pra muitos, liberdade é correr na praia, g...
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Então, é dia do abraço. Abraço apertado, abraço quentinho, demorado ou mesmo aquele assim, rapidinho. Abraço de despedida, de reencontro, de saudade. Abraço de reconciliação. Abraço tímido, onde as mãos quase não tocam as costas ou aqueles de corpo inteiro, que a gente quase sente a alma. Abraço de mãe, de vó, de filho. Abraço de amigo de longa data e do novo amigo de infância, de irmão. Abraço de amor... do amor da vida da gente. Abraço acompanhado de sorrisos, palavras ou simplesmente suspiros... É tanta gente, tanto braço e tanto abraço que me perco sorrindo, falando e suspirando. Grande abraço!! Eu vou mas eu volto.
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Quando nada acontece, nada melhor poderia ter acontecido... Eu devia mandar tatuar essa frase em negrito, fonte arial black e caps lock, bem na minha coxa, na vertical, pra toda vez que olhasse no espelho, pensasse 3 vezes antes de pedir que a vida mudasse. Não, não mudou, mas às vezes é necessário passar a limpo, através de palavras, os pensamentos. Gosto demais do que faço, mas às vezes me pego pensando (o que mais fazer, num trabalho onde sou eu, eu mesma e a parede?) como seria divertido se eu fizesse um curso pra DJ. Ou se fosse psicóloga da minha família. Por música pra galere dançar ou resolver os problemas alheios com a maior facilidade, e sem ninguém me olhar com caradecu. Profissãozona, hein? Mas fico aqui, cutucando buraco resgatando o passado e pensando na vida. Apesar dos fones no ouvido, tenho todo silêncio do mundo pra pensar nos meus barulhos. Alguns bons pensamentos, outros, nem tanto. Lembrando sempre que, se nada acontece... é isso! Eu vou mas eu volto.
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Meu coração se aperta a cada discussão com a melhor amiga, mesmo sabendo que depois de amanhã tudo vai voltar ao normal. Foda imaginar que algum menino possa se desfazer da sua paixonite, ou que alguém possa tentar passá-la pra trás. Com quem ela vai andar? O que vai fazer durante aquela mentira que eu já tenho certeza que vai contar e eu vou acreditar? E se ela não souber se virar ou não souber dizer não? E quantos 'nãos' ela vai ouvir e quantas dores vai sentir. Mesmo sendo acostumada com os 'nãos' de casa, os nãos da vida são bem piores... Descobertas dão trabalho pra ambas partes. A parte de cá, hoje, sente mais, pois já sabe o quanto a parte de lá vai sofrer. Sofrimento que ninguém leva a sério, coisa boba, passageira, tanto problema de verdade pra viver. Parece que ninguém passou pela adolescência, e se passou, esqueceu! Ah, quando as preocupações eram o banho e a comidinha na hora certa, os brinquedos espalhados pelo chão e a briga pra dormir! Saudosismo não cabe...
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Andando na rua e rindo* da vida... Tanta correria, que os pensamentos foram longe demais em busca de idéias e me deixaram sem escrever. Estou estranhando as palavras. Confesso que não sei se é a Sônia Abrão que está me emburrecendo ou se é alguma parte do cérebro, que devia merecidamente se mandada pra estudo após minha partida, que está em stand by esperando dias melhores... Dias melhores não, tempos melhores. Essa última semana me trouxe lições, não gosto (muito) de listar, mas dessa vez, vale a pena destacar ;) Você só conhece realmente alguém quando dá poder a essa pessoa. O que os olhos não vêem, não acreditam. Risinhos falsos são todos iguais. Quem pensa que é grande coisa, sempre encontra alguém maior. Um dia a gete se dá conta do que perdeu. Um dia a gente se dá conta do que ganhou. Um dia a gente se dá conta do que se livrou. Depois da maior merda que aconteceu no seu dia, rir faz bem* E que tudo e mais um pouco, sirva como lição. Eu vou mas eu volto.
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Aprendi em casa, que devia falar somente o que ia fazer. Se eu falasse que ia chegar as duas horas, tudo bem, desde que chegasse as duas horas. Se chegasse duas e cinco a casa caía. Mas só cinco minutos? O problema não eram os cinco minutos. Poderiam ser dois ou até mesmo um. Não entendia as broncas homéricas por tão pouco. Eu podia falar que chegaria as três, me preparar pra chegar as duas e ainda ter uns minutos a mais na esbórnia festeenha. O problema, que hoje entendo, agradeço e me irrito é a palavra. Cumpro com a minha. Se tô saindo, tô saindo... Se tô tentando, tô tentando... embora seja foda conviver com quem não é assim, rs. Eu vou mas eu volto.
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Mulhé mulhé mulhé, mulhé mulhé, mulhé mulhééééééééé... Não consegui pensar em outra música. Sobre o dia internacional da mulher, nunca fui disso mesmo e acho um machismo tremendo, logo eu que tenho fortes tendências machistas. Mas, esse ano, confesso que estou mais mulherzinha que antes, até penso na possibilidade de ouvir um elogiozinho pelo 'meu dia' e sorrir, brejeiramente, sem querer matar ou me inflar de ódio. Mas botão de rosa não! A maternidade, o casamento, a maturidade (hãã???) (é, nem tudo aconteceu na ordem na minha vida, rs) me fizeram mudar bastante. Ainda não me vejo como mulheeeerrrrrrr, não tenho trejeitos super femininos e não sei sentar com as pernas pra baixo, mas dou conta da casa, da filhota, sei andar de salto, até corro, acredita?, sei me maquiar, sei gritar falando baixo e sei me impor, o que julgo fundamental. Tô chegando lá... Eu vou mas eu volto
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Quem tá na chuva é pra se molhar... dizem. Me rendi aos encantos do twitter. Rápido, dinâmico e me deixa falando sozinha do mesmo jeito. Legal pra saber o que algumas pessoas bacanas pensam. Nem tanto, pois ao saber o que pensam, elas nem ficam tããão bacanas assim. Enfim, como sou um ser pensante, falante, reclamante, abençoada por deus, bonita por natureza , e agraciada por uma boa conexão, eu também sou da família e também quero rebolar twittar. Deixando claro que não trocarei o 'à la carte' pelo 'fast food', como diria meu amigo saerneba (#voltasarneba) Sendo assim, sigam-me os bons! Andando na Chuva on twitter! Eu vou mas eu volto
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O pavão é uma ave de grande porte, com origem na Índia, onde já foi considerado um animal sagrado. Nesses tempos, o castigo aplicado a quem voluntariamente matasse uma destas aves, podia ser a pena capital. Quando o pavão abre o seu leque de penas, está à procura de uma pavoa para cortejar, é para esse efeito que os machos usam as suas cores garridas. A pavoa, como acontece com as fêmeas de quase todas as aves, é bastante mais discreta. Embora seja também de grande beleza, as suas cores menos vivas servem como camuflagem para proteger o ninho, ou as crias, dos predadores. O pavão é uma ave muito territorialista, portanto, sempre que sente o seu território invadido por outro da mesma espécie, vai lutar com ele, até que o estranho abandone o seu território. Se, eventualmente, perder uma luta, então retira-se, para procurar outro território e lutar pela sua posse. Poético o pavão, não?? Taí um animalzinho bacana. Sossegadinho, na dele... sinto até uma 'vibe' pavoa em meu ser, rs U...