20 de julho de 2008


bo.a.zi.nha

Sinônimo de tontinha, sem gracinha, legalzinha...
Às vezes, se fazer de ser boazinha é necessário, nada dissimulado, é normal e muitas vezes cômodo durante as apresentações.
Conhecemos e continuamos boazinhas... sim, porque a pessoa é bacaninha e merece.
Resultado?
A pessoa bacaninha mostra as garrinhas e a boazinha tá fudidinha.
Sempre vai ter um esperto de plantão.

Se sustentamos nossas relações de amor, amizade, família ou trabalho na base do 'tudo bem', acabamos remoendo mágoas e tristezas encubadas, e quem sabe, vinganças mirabolantes...
Chega uma hora, que é preciso mijar nos quatro cantos e demarcar o território:
Fala baixo senão eu grito!!

Nada de alimentar relações monstruosas com a cabeça baixa e elogiozinhos vagabundos.
Muito menos se fingir de boazinha e ser falsa, dissimulada, pra levar vantagem.
Já fui boazinha, já senti peninha, num passado negro.

Ser boazinha e boba não é saudável, como também ser mázinha e manipuladora tampouco pode ser melhor.
(auto controle nessa hora é fundamental, quando a raquel fala mais alto que a rutinha no subconsciente é foda)
Sai caro, tira o sono e em casos mais graves destrói as tais relações citadas.

Haja personalidade não copiada pra encontrar o meio termo!
Defender e respeitar nossos limites faz muita diferença.
(fazendo um esforcinho pra não pensar que a melhor defesa é o ataque, e que o respeito não se ganha no grito, rs)

Não é fácil, mas o tempo e os tombos (levados e não dados) ensinam, com certeza!

Eu vou mas eu volto

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