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O clipe mais gostoso da banda mais bonita da cidade... Não sou comentarista de nada, nem de moda, nem de filme, nem de livro, muito menos de música ou videoclipe. Tenho minhas preferências, sei bem aquilo que não gosto e me disponho a conhecer de tudo um pouco. Me apaixonei pelo clipe+música. A música no fone de ouvido, desacompanhada da imagem, se torna meio sem graça. Ainda assim é chiclete, como uma oração que faz bem. Que venham outras, tão leves quanto, com a mesma complexidade das coisas simples que mostram a alma. Com os mesmos sorrisos no olhar de quem quer fazer bonito e se divertir. Que as roupas com cara de brechó e o estilo próprio, não dêem lugar ao discurso pronto, muito menos virem moda. Que não se corrompam pela paunocuzisse como tantas outras bandas que começam fazer sucesso e viram livro de auto ajuda ambulante. Atualmente tem sido tão difícil encontrar uma coisa bacana, que, quando a gente encontra, já fica com medo de acabar. Que a banda mais bonita da cidade contin...
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Depois de um feriado prolongado, pedi aos céus uns dias de descanso. O céu me mandou chuva. Depois da chuva de verão, em pleno outono, veio a gripe. Dor de garganta com o sentimento 'vai passar'. Não passou. Veio a febre, a cama, a dor no corpo de tanto ficar na cama se confundindo com a dor da gripe. O torcicolo de passar a madrugada inteira torta, vendo tv e dias seguidos de mais cama e sono atrasado. Dias sem trabalhar e sem ver o dia passar. Os dias de descanso vieram. E assim, eu vou aprendendo: muito do que peço, alcanço. Cuidado com o que pede, Fabiana... Eu vou mas eu volto.
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Quanto tempo! Todos os dias, me pego pensando em vários assuntos que queria escrever sobre, faço a listinha mental e quando chego em casa, esqueço tudo. Daí, vou jogar zuma, meu antigo novo vício, porém, passageiro, até que eu passe as malditas 4 fases restantes. Voltando aos assuntos, pensei numa coisa bem legal, mas sentei em frente o computador e fiquei completamente desconcentrada com os berros da vizinha. Pronto, post desviado. E o assunto mudou, assim como a conversa onde todo mundo fala tudo ao mesmo tempo. Tudo ao mesmo tempo, é o que acontece na casa da vizinha. Uma moça nova, simpática, com 3 filhos. Eu acho muito pra mim, pra ela então, nem se fale! Um filho pequeno, tratado como adulto, uma menor, que se acha um bebê, e por fim, o bebê, que mal sabe o que vem pela frente. Uma mãe despreparada que grita o tempo todo, na verdade, deve estar gritando pra que alguém a ouça... em vão. Ela não sabe dar o carinho que não tem. Resultado: gritos, tapas, stress descontrolado. A menin...
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E a vida segue. Um pouco corrida, um pouco parada, um pouco preguiçosa, conforme o dia. Os dias seguem. Uns animados, outros nem tanto. Dieta das bravas, seguida à risca. Rotina de exercícios, idem. Agora vai!! Projetos parados, trabalho atrasado. Novidade? Só a calmaria. Andando no sereno. Sem poças d'água pra pular. (seja de felicidade ou de raiva) Eu vou mas eu volto
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Nem sempre sei o que quero pra minha vida, mas de uma coisa, sei muito bem, o que não quero. Sei as atitudes que não quero tomar, e as que não quero que tomem perto de mim. Sei as palavras que não gosto de dizer ou ouvir. Sei as pessoas com as quais não quero conviver e as atitudes que abomino. Os sentimento que quero que passem longe, enfim. Até que me deparo, com uma pessoa que é tudo que não quero por perto. Até que olho pra trás, e vejo que tive várias pessoas assim (não como essa, bate na madeira!), e que, na época, simplesmente (ou seria complicadamente?) eu não enxergava isso. Talvez seja uma boa perspectiva, se aguentei uma vez, aguento duas, três... Mas passar por isso conscientemente, não é fácil não! Um grande defeito das pessoas, é esperar o melhor de quem, teoricamente, nasceu pra ser bom. É o preconceito avesso àquele que estamos acostumados. Toda criança é ingênua, todo velhinho é bonzinho, toda pessoa religiosa é do bem. Engano. Existem crianças sádicas, velhinhos perv...
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Então, ouvi a frase 'não grite tão alto sua felicidade, a inveja tem sono leve'... Ouvi tardiamente, pelo que pude perceber, e sem saber, já pensava dessa forma. Não que ache certo, cada um tem o direito de gritar o grito que está preso na garganta, mas gritar a felicidade assim, visceral e exageradamente, me soa artificial. Um grito orkutiano, 'ocupada demais com a felicidade'. (sim, ocupada, porque isso é coisa de mulher) Quem se ocupa demais com algo tem tempo de deixar recado?? Ok, não vou generalizar, mas pequenos gritinhos também interrompem esse sono leve. Coisas daquelas, que aprendemos com o tempo e com a dona experiência. O namorico que poderia dar certo ou a oportunidade de emprego que miou porque anunciamos antes do tempo. Não sou de procurar culpados pras coisas que não dão certo, mas cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém. Não é necessário fazer da vida um segredo de estado, mas, né? Eu vou mas eu volto.
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A bondade que nunca repreende, não é bondade, é passividade. A paciência que nunca se esgota, não é paciência, é subserviência. A serenidade que nunca se desmanhcha, não é serenidade, é indiferença. A tolerância que nunca replica, não é tolerância, é imbecilidade  Marcos Sales É preciso gritar, mas com inteligencia. Dosar os atos, tentar equilibrar. Não confio em gente alegre demais ou em quem sorri muito antes das 8 da manhã, exceto os apaixonados. Não acredito em vida de comercial de margarina, muito menos em casamento perfeito. Acredito em companheirismo, em parcerias e gestos espontâneos. Não acredito só em palavras. E nas atitudes, a partir da terceira ou quarta... Não me conformo e não sei lidar com o conformismo. Com o mais ou menos. Com o 'você que sabe'. Não suporto vida morna, e não falo aqui de agitos. Preciso de idéias, novidades mesmo que sejam antigas e trocas. Mas tudo que valha a pena. Pelo menos, aos meus olhos. Eu vou mas eu volto.
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Sobre o BBB. Assisto. Gosto. Não faço disso o principal assunto dos meus dias, não deixo de comer ou trabalhar e me divirto com os anti-reality atacando nessa época do ano. Aliás, pseudo intelectuais e revolucionários de sofá, são seres que atacam o ano inteiro, mas em época de BBB, sirenes e giroflex ficam ligados 24 horas. Entra aqui também, a famosa patrulha do politicamente correto... proíbe de fazer piada de negro, mas se diverte com as de judeu ou português. Odeia com todas as forças o 'baba baby' da enjoadinha Kelly Key, que virou totalmente cult na voz da Maria Gadú. Ah, os donos da razão e seus dedos indicadores... Eu não critico quem assiste o canal do boi, a tv senado nem café filosófico. Não sou amante de Chico, mas não o descarto da trilha sonora Não participo de reuniões do partido, mas estou presente e consciente na hora do voto. Não sou menos inteligente, menos culta, fútil ou menos digna de seja lá o que for porque acompanho reality show. Não peço a ninguém que...
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Mais um ano. Vivi coisas que nunca imaginei na vida. Cresci. É o que posso dizer na retrospectiva. Foi fácil não, tudo muito diferente daquilo que estava acostumada a ter fácil, daquilo que era conveniente e confortável. Casa, cidade e emprego novos. Pessoas diferentes e estranhas, e o mais estranho de tudo, é que EU era a estranha pra elas. Sempre fui diferente, mas nunca me senti diferente até então. Tive todos os motivos pra afundar no preconceito, mas acabei passando por ele, do lado de lá, olha que coisa! Eu era a única que gostava de rock, usava roupa 'fora dos padrões', lia livro no horário de almoço, falava o português corretamente, usava gírias que ninguém nunca ouviu falar e era o ser mais sarcástico, num mundo que, até então, não se conhecia o sarcasmo. Isso, entre tantas outras coisas, muito mais significantes. Me acostumei com eles (embora existam algumas coisas, que eu não posso, não quero e nunca vou me acostumar na vida) e eles ainda estão se acostumando comigo....
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O que seria da vida sem os amigos? Que os amigos são a coisa mais importante da vida até as Spice Girls sabiam quando disseram ' If you wanna be my lover, you gotta get with my friends '... vergonha de mim A vida tem sido tão generosa comigo, colocando só gente bacana no meu caminho, meus novos amigos de infância. É claro que os amigos de infância mesmo continuam, moram no coração e de lá nunca sairão. Eles já têm casa própria na vida, digamos assim. O que acontece é que vez ou outra aparecem novas pessoas e você se apega a elas e elas se apegam a você. O início de uma amizade é tipo o início de namoro. Vocês estão tão apaixonados que fazem coisas que não fariam mais por um amigo de anos. Desculpem os antigos, mas nem sempre fazemos os mesmos sacrifícios. Com os amigos antigos, queremos um pouco mais de tempo e/ou sossego. Por exemplo, passamos horas andando no supermercado, sem comprar nada, com um novo amigo de infância, e achamos isso ótimo! (o que, com certeza, vamos achar ...