23 de fevereiro de 2011



A bondade que nunca repreende, não é bondade, é passividade.
A paciência que nunca se esgota, não é paciência, é subserviência.
A serenidade que nunca se desmanhcha, não é serenidade, é indiferença.
A tolerância que nunca replica, não é tolerância, é imbecilidade
(não sei quem é o autor)

É preciso gritar, mas com inteligencia.
Dosar os atos, tentar equilibrar.

Não confio em gente alegre demais ou em quem sorri muito antes das 8 da manhã, exceto os apaixonados.
Não acredito em vida de comercial de margarina, muito menos em casamento perfeito.
Acredito em companheirismo, em parcerias e gestos espontâneos.

Não acredito só em palavras.
E nas atitudes, a partir da terceira ou quarta...

Não me conformo e não sei lidar com o conformismo.
Com o mais ou menos.
Com o 'você que sabe'.

Não suporto vida morna, e não falo aqui de agitos.
Preciso de idéias, novidades mesmo que sejam antigas e trocas.
Mas tudo que valha a pena.
Pelo menos, aos meus olhos.

Eu vou mas eu volto.

3 comentários:

R.K disse...

como sempre.... vc fala coisas que eu queria dizer! juro.

Alê. disse...

Concordo e te entendo.

E mais, tenho convivido com gente tão acostumada a falsidade que só consigo pensar: Aonde vou parar tendo que conviver com essas pessoas?

O mundo tá todo errado, né?!

Elaine disse...

Essa mania de precisar de novidades complica a vida...tudo fica chato, com o tempo e, às vezes, a ausência de novidades é a melhor coisa que pode acontecer! rs...
Beijo