25 de julho de 2010




Sem tempo.
Resposta dada quase sem pensar, tantas vezes, pra justificar algumas ausências.
Sem tempo pra ligar, pra aparecer, pra bater um papo, pra entrar no msn...
Eu achava que não tinha muito tempo, até me sentir sem tempo de verdade.
Rotina apertada e cansativa, trabalho pesado, clima denso, pessoas de culturas diferentes, chefe tripolar, busão lotado, fora o combo casa+cachorro+marido.
Coisas que sempre fiz e que mudaram sem me avisar.
É, vida real... eu sabia que você não era fácil, mas não pensei que ia ser tão punk assim.

Estou (re)aprendendo, respirando fundo aos poucos pra não faltar o ar, fazendo uma coisa de cada vez e buscando o meio termo tão falado aqui.
O buraco dessa vez tá mais embaixo.
Bem feito, já julguei tanto, hehe
Bem feito nada, é a minha vez de ralar e enfrentar o problema, enquanto um monte de gente vai pensar 'ah, só isso?' fácinho assim'!
Daqui há pouco eu me acostumo e volto pro meu consultório, analisar a vida alheia e encontrar super soluções pros problemas mais cabeludos.

Ando sem tempo.
Quase não escrevo, não leio, não ligo e não visito.
Mas ainda respondo.
Ainda respiro.
Ainda sou dramática e ainda rio de mim.

Ainda vou e volto.
Já volto, tá?

Um comentário:

Marcia Pinho disse...

Que legal, Fabi! Muito bom o texto! Sintonia total com essa doideira de vida! Não há tempo nem para pensar! É por isso que o mundo anda perdido desse jeito! O problema dos outros sempre é menor do que o nosso. E vice-versa!
Parabéns, mulher! Bjão para vc!