A pior coisa que já vi na minha vida... logo eu, que me orgulhava por não me espantar com quase nada. Putaqueospariu! Crica no 'play' e chora... hahaha
Eu vou mas eu volto
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E já foram tantas despedidas, e indas, e vindas e indecisões... que hoje compreendo meu apego por tudo que é meu. Como uma pessoa que tem dificuldade até mesmo pra limpar a lixeira do notebook iria se desfazer facilmente de tantas memórias? Estou com quarenta e quatro anos. Assim mesmo, escrito por extenso, porque me orgulho da minha idade. Comecei escrever entre os 16 e 18, numa época que computador não era acessível. Fiz muitos cadernos, que foram desfeitos em momentos de tristeza. Ficou a lição: se um dia me desfizer de algo, que seja em plena alegria! Hoje estou triste, fechando um ciclo. A tristeza é por não saber como fechar, ou pelo apego que esse ciclo, enorme, por sinal, me trouxe. Desfiz meu altar e fiz minha mala. E aqui vou eu pra onde tudo começou, interna e externamente. E aqui estou de novo! De novo? É... alguns hábitos não mudam. Sou uma pessoa que erra muito e hoje entendo o ditado DE BOA INTENÇÃO, O INFERNO ESTÁ CHEIO. Estou fazendo as pazes com meus erros, tô ...
E então, o que eu mais temia aconteceu. Não foi o primeiro tombo de bicicleta ou a primeira briga com a melhor amiga. Não foi a pior nota na escola ou a primeira mentira deslavada. Também não foi o primeiro amor não correspondido, foi o contrário disso... O amor que virou desamor, em tão pouco tempo, em tão longo tempo, nas horas incontáveis de sua adolescência. A dor de um dia que parece não passar, o frio na barriga, suor na mão, disparo no coração. As borboletas deixam a harmonia de lado e passam a bater suas asas descompassadamento no estômago. As lágrimas teimosas, a cada música romântica tocada no rádio, a cada cena na televisão, ou até mesmo no livro da prova de português, consegue ser romântico a ponto de ser detestável. Maldito telefone que toca. Maldito telefone que não toca. Malditas benditas pessoas que amam e querem confortar o que não tem conforto. Acaba o chão, acaba a reação, acaba com o coração. E o que eu mais temia, agora me consome como há anos atr...
Meu coração se aperta a cada discussão com a melhor amiga, mesmo sabendo que depois de amanhã tudo vai voltar ao normal. Foda imaginar que algum menino possa se desfazer da sua paixonite, ou que alguém possa tentar passá-la pra trás. Com quem ela vai andar? O que vai fazer durante aquela mentira que eu já tenho certeza que vai contar e eu vou acreditar? E se ela não souber se virar ou não souber dizer não? E quantos 'nãos' ela vai ouvir e quantas dores vai sentir. Mesmo sendo acostumada com os 'nãos' de casa, os nãos da vida são bem piores... Descobertas dão trabalho pra ambas partes. A parte de cá, hoje, sente mais, pois já sabe o quanto a parte de lá vai sofrer. Sofrimento que ninguém leva a sério, coisa boba, passageira, tanto problema de verdade pra viver. Parece que ninguém passou pela adolescência, e se passou, esqueceu! Ah, quando as preocupações eram o banho e a comidinha na hora certa, os brinquedos espalhados pelo chão e a briga pra dormir! Saudosismo não cabe...
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