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Então é natal... Natal rapidinho, corridinho, de sábado pra domingo e cabô. Mas vai ter gosto especial, o primeiro natal na minha casa. Mãe, filha, sogra, sogro, cunhados, cachorro... Não sei se vai ser o natal dos sonhos, Simone com certeza não vai tocar, rs. Pela minha experiência em natais, intempéries virão, mas espero que sejam, no mínimo, as de sempre e que tudo corra bem. E depois de natal vem aniversário, e depois reveillon, talvez eu volte correndo, já que estarei com a casa e o tempo cheios. Ainda quero fazer meu balanço anual, considerações finais e listinha pra 2012. Tomara que dê tempo. E pra quem passar por aqui, um feliz natal, com renas no jardim (sempre sonhei isso, rs) Eu vou mas eu volto
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Alguma coisa acontece no meu coração... e eu nem preciso cruzar a Ipiranga com a avenida São João. Tá... já fui melhor tanto na piada como no trocadilho. Assim como na auto estima. Na escrita e na vontade de escrever. Sem confundir vontade com boa vontade, diga-se de passagem. Bem que eu tentei. Ultimamente tenho ficado por aqui, procurando as peças do meio do quebra cabeça, tonta que sou, e sei que devo começar pelas beiras. Beira? Nem eira, por enquanto. Nem nada. Só eu, comigo mesma tentando encontrar a solução pra isso tudo, que, com certeza não está na cabeça quebrada. E nem adianta quebrar. Tá mais pra baixo ou mais pro fundo De onde? De algum lugar. Lugar aqui dentro que eu não sei se quero saber. Dá trabalho, e de trabalho eu tô cansada. Eu quero mais é correr. De bobeira, de eira e de beira, de qualquer coisa sem importância que faça a leveza voltar. Assim, sem ter que procurar. Difícil de entender? Também acho, por isso tô deixando o tempo passar. Eu...
56 dias depois. E quase enlouqueci. Cansaço. Físico, mental e emocional. Desentendimentos comigo e com o mundo. Trabalho novo junto com a casa nova. (trabalhos novos, são dois!) Tudo sob controle. Quase tudo. Voltei ao quase. Esse quase que me persegue e me remete ao morno de que tanto fujo. Fujam para as montanhas! Ou fiquem. Eu voltei. Agora pra ficar, porque aqui, os poucos que sabem, sabem... Meu lugar!! Não sei se ainda sei como se faz isso, mas vou tentando e fazendo sem saber. O que é muito diferente do quase fazer.  Eu vou mas eu volto.
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Oba! Mudança... Sabe aquela história de pobre que não tem NADA e quando vem a enxurrada leva TUDO?? Pois bem, hoje não só acredito como certifico e dou fé. Um ano e meio de quase casada, um apartamento pequeno, ideal pra nós dois, sem bagunça e sem espaço pra juntar tranqueira. Mas, na hora de encaixotar tudo, senhor! mostra-me uma luz no fim do guarda-roupa, porque olha... Separo, dobro, encaixoto, escrevo a origem e o destino. Pessoas neuróticas por organização deviam nascer ricas, pra chamar a granero. Minha primeira mudança (porque quando vim pra cá era tudo novo e assim não conta) e estou enlouquecendo. Eu que já andava sumida, talvez demore um pouco mais pra voltar. Ainda não mudei mas já faço planos de onde vai ficar o quê no apartamento novo. Falta pouco e as caixas saem amanhã. Meu coração, pra variar, foi na frente... Eu vou mas eu volto.
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Mudança de planos, de trabalho e filhote passando férias aqui em casa. Saudade das amigas, as de longe e as de perto e saudade do tempo ocioso bem aproveitado. Tenho tempo mais não sei lidar com ele. Faço tudo e não faço nada. Acho que o tempo não passa, mas vejo os dias voarem. Saí do mundo por alguns instantes e não consegui acompanhar o passo e acertar o compasso. Tô pegando no tranco. Indo e voltando.
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Não sou mulherzinha... e agora?? Nas andanças pelos blogs da vida, vejo muitos, mas muitos blogs sobre maquiagem, roupas, acessórios, esmaltes, tendências... E eu aqui, do meu jeitinho simpliiiiinho, estranhiiiiinho, rs Gosto de me sentir bem (não enfeitada), gosto de unhas bem feitas e de maquiagem, o basiquinho. Mas nem de longe sou a personificação do glamour ou algo do gênero. Tenho dó de comprar maquiagem cara (mais de dois dígitos depois do ponto), amo um brechózinho, uma liquidação e lojas, digamos... populares. Já encontrei pérolas nesses esabelecimentos, que não troco por nada! Já arrumei encrenca em família por não me vestir de acordo com o que todos acham certo, por não saber sentar como mocinha, e por renegar com todas minhas forças glitters e lantejoulinhas. Não sou um caso de rebeldia sem causa, mesmo porque, já passei da idade faz tempo. Não consigo entender as criaturas fashionistas que cortam os pulsos por não ter uma bolsa/sapato de griffe. Até entendo, mas não consig...
Então, o frio chegou! E chegou gritando, sapateando e sacudindo aqueles que se orgulham de morar num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza... Não me recordo a última vez que passei por inverno assim. Exceto os dias frios que ficaram marcados por motivos importantes. Minha vida social que já não anda das mais agitadas, se resume a casa, cobertor, edredon, pijama, chocolate quente, mais uma mantinha e o cobertor de orelha, que me deixa na mão depois de pegar no sono e virar pro lado de lá. (temos lados diferentes de dormir, pois é, acontece) Tenho trabalhado em casa, o que requer uma concentração absurda e computador desligado, já que o facebook me chama por apelido carinhoso, quase sussurrando, me pedindo pra não fazer mais nada ao longo do dia. Um serviço de casa ou outro, pra não esquecer meu lado amélia, uma pausa pro blog, uma conversa rápida no msn, e volto pro trabalho. Assim caminham os dias, por pouco tempo, espero. Eu vou mas eu volto.
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Feriado, casa da minha mãe, casamento de uma das melhores amigas e sentimentos remotos. Lembranças da infância, adolescência, dos desejos pro futuro. O futuro, tão esperado naquela época, chegou. Hoje eu tenho minha casa, meu trabalho, e nunca imaginei que fosse ficar feliz por um fim de semana de sol, pra poder lavar roupas e elas secarem sem demora! Não imaginei que depois de uns enroscos de um ano de convivência, tudo ficaria tão gostoso, e como uma pessoa tão diferente poderia me completar. Que dormir e acordar agarrado é uma coisa rara, dá uma dor desgraçada no corpo mas não tem preço. Que passar um domingo de pijama sem ver a cara da rua pode ser um programão, se a gente tiver disposto a isso. Que o amor é importantíssimo, mas que a amizade e a cumplicidade são fundamentais em nossa vida, e a boa vontade... ah! essa, se não se fizer presente, não há relacionamento que resista. ... Uns quinze minutos parada, olhando pro monitor, e percebo que mudei o foco do post. E que mudei o fo...
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Tanto, tanto, taaaanto tempo! Sempre penso, durante o dia, que preciso chegar em casa e escrever enlouquecidamente. Não me afastei do mundo virtual, mas por alguns meses, a impressão que tenho, é que meu foco mudou. Não sei exatamente para quê, mas deixei de blogar, escrever, postar fotos, embora esteja fazendo o curso de fotografia. Ando numa fase de pouca inspiração. Pra tudo. A convivência com pessoas parecidas comigo faz falta, muitas vezes me sinto uma estranha, onde passo a maior parte dos dias. Me reencontro no meu mp3, com meus fones de ouvido de tantas histórias... Eu vou voltar. Não sei por onde, mas vou. Escrever me faz sentir bem e é isso que eu preciso... pra ontem! Eu vou mas eu volto.
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O clipe mais gostoso da banda mais bonita da cidade... Não sou comentarista de nada, nem de moda, nem de filme, nem de livro, muito menos de música ou videoclipe. Tenho minhas preferências, sei bem aquilo que não gosto e me disponho a conhecer de tudo um pouco. Me apaixonei pelo clipe+música. A música no fone de ouvido, desacompanhada da imagem, se torna meio sem graça. Ainda assim é chiclete, como uma oração que faz bem. Que venham outras, tão leves quanto, com a mesma complexidade das coisas simples que mostram a alma. Com os mesmos sorrisos no olhar de quem quer fazer bonito e se divertir. Que as roupas com cara de brechó e o estilo próprio, não dêem lugar ao discurso pronto, muito menos virem moda. Que não se corrompam pela paunocuzisse como tantas outras bandas que começam fazer sucesso e viram livro de auto ajuda ambulante. Atualmente tem sido tão difícil encontrar uma coisa bacana, que, quando a gente encontra, já fica com medo de acabar. Que a banda mais bonita da cidade contin...