Ninguém casa errado! A frase dos últimos dias (semanas e meses). A F R A S E!!
E cada absurdo que vejo por aí. tanta gente deve achar minha vida um absurdo, mas cada um com suas verdades, né não? Quanto mais observo os relacionamentos, mais acredito nisso e mais gosto do meu. Sou chatinha mas sou feliz! hahaha
Eu vou mas eu volto.
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E já foram tantas despedidas, e indas, e vindas e indecisões... que hoje compreendo meu apego por tudo que é meu. Como uma pessoa que tem dificuldade até mesmo pra limpar a lixeira do notebook iria se desfazer facilmente de tantas memórias? Estou com quarenta e quatro anos. Assim mesmo, escrito por extenso, porque me orgulho da minha idade. Comecei escrever entre os 16 e 18, numa época que computador não era acessível. Fiz muitos cadernos, que foram desfeitos em momentos de tristeza. Ficou a lição: se um dia me desfizer de algo, que seja em plena alegria! Hoje estou triste, fechando um ciclo. A tristeza é por não saber como fechar, ou pelo apego que esse ciclo, enorme, por sinal, me trouxe. Desfiz meu altar e fiz minha mala. E aqui vou eu pra onde tudo começou, interna e externamente. E aqui estou de novo! De novo? É... alguns hábitos não mudam. Sou uma pessoa que erra muito e hoje entendo o ditado DE BOA INTENÇÃO, O INFERNO ESTÁ CHEIO. Estou fazendo as pazes com meus erros, tô ...
Volto, depois de alguns anos e encontro alguns rascunhos empoeirados. Entendo que, qualquer coisa que se dê início é mais fácil que um remendo. Mas, movida a apegos peculiares, pego a planta baixa pra começar a reforma. Uma única estrutura arquitetônica, para moradias distintas num mesmo endereço, separadas por alguns anos - e uns fios de cabelo brancos a mais, que disfarço melhor que meu humor. ... Eu, que tenho por hábito ouvir podcasts de crimes, sempre me pego pensando no crime perfeito. Seria aquele que não deixa rastros? Aquele cujo assassino é cirúrgico? Ou aquele que nunca é descoberto? Talvez o crime perfeito seja cometido por uma pessoa comum, sem sociopatias, que tenha o controle emocional de esquecê-lo na sequência. Resultado de pequenas mortes que nos fortalecem.como um centauro - o instinto animal em junção à inteligência humana, numa metáfora das ações dos homens numa situação de perda de controle. No curso da vida, em vários momentos, todos morremos e de modo paradoxal,...
Da série, quando a vida muda eu escrevo. Escrevendo pra quem não lê, desde 2006. Cheguei aos quarenta e cinco, dos trinta onde comecei. Mudando o enredo, pra não seguir a rima Um copo de vinho e uma rufles meio murcha, cachorro deitado no meu pé, gata querendo dividir comigo o teclado e filha deitada no quarto . Assim é estruturada minha nova rotina familiar. Olho acima da tela, vejo flores no aparador. As comprei hoje a tarde. Olho os livros na estante, os mesmos, do decorrer da vida. Olho as plantas em cima do armário. Verdes, mas tão verdes, que me orgulho do meu trabalho. Me tornei uma exímia cuidadora de plantas. Correndo os olhos pela sala, vejo um quadro do Neruda, tão sonhado, exatamente onde imaginei E ao seu lado, Sidharta, o Buda, exatamente onde o deixei. Os ouvidos, ouvem a tv, num jornal, bem baixinho E se fizer força, lá fora, o barulho do mar. Alguns barulhos, na casa do vizinho Quase a silenciar. Em pouco tempo, troco todos os sons, pelos do teclado Em uma noite comemo...
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